Precificação no e-commerce – o que considerar?

Precificação no e-commerce – o que considerar?

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Com tantas lojas virtuais por aí, pode ficar um pouco difícil definir um preço de venda realmente justo para o seu produto. É bem comum encontrar uma precificação no e-commerce que é praticamente tabelada, e isso se dá porque muitos empreendedores digitais criam seus negócios e se baseiam exclusivamente no preço do concorrente. Enquanto esta base não está errada, é preciso entender que há vários fatores que compõem a precificação.

Você precisa gostar de matemática para entender a precificação no e-commerce

Lidar com precificação requer conhecimentos matemáticos. Não dá para definir um preço e achar que está tudo bem, porque muitas vezes, você estará perdendo dinheiro, ainda que pareça o contrário. Para precificar um produto corretamente, existem variáveis que devem ser consideradas. Assim, você garante que o preço é justo e que, ao mesmo tempo, te traz lucro.

Há várias lojas por aí que decidem criar promoções, ofertas, oferecem frete grátis e, ao final, descobrem que deixaram de ganhar dinheiro – ou mesmo que perderam uma parte do que já haviam arrecadado. Essa situação, além de muito complicada, é perigosa para o e-commerce

Precificação no e-commerce – o que considerar

PREÇO DE CUSTO

Esse é o básico, não é mesmo? O preço de custo é o valor que você paga por um produto. Agora, se você for o produtor, este preço é relacionado ao custo de confecção. É a partir do custo que você consegue determinar o preço final do seu produto. Pelo menos o dobro é fundamental, mas nem sempre será suficiente. Isso depende da estrutura de custos do seu e-commerce. Vários fatores devem ser considerados.

LUCRO

9% é um número ideal para englobar o lucro na precificação do e-commerce.

OPERACIONAL

Esse é o custo para o seu e-commerce existir. Além dos custos com equipamentos, a estrutura digital e o que mais você precisar, é preciso considerar o aluguel, contas de energia e similares, bem como o custo para armazenar os produtos em um espaço físico. Isso deverá compor 7 a 10% do valor dos produtos.

MARKETING

Seu e-commerce não irá se divulgar sozinho. Por isso, é preciso que o seu produto cubra parte dos gastos com anúncios. A porcentagem irá depender do tipo de e-commerce que você possui e dos produtos vendidos. Quem trabalha com roupas e acessórios deve investir mais em marketing, já que é um produto que leva um pouco mais de tempo para convencer o consumidor.

Produtos de baixa procura demandam investimento maior em marketing. Com isso, vale mais a pena investir em produtos com alta demanda.

PLATAFORMA

As plataformas de e-commerce sempre cobram uma porcentagem para hospedar o seu e-commerce. Por isso, é ideal deixar entre 3 e 5% do custo do produto para este fim.

FRAUDE

Sempre haverá pessoas tentando passar a perna umas nas outras. Por isso, defina 1% como segurança para qualquer tipo de fraude.

PAGAMENTO

A questão do pagamento varia de acordo com as condições de parcelamento oferecidas. Para e-commerces que oferecem parcelas de 3 a 6 vezes sem juros, 6% basta para cobrir pagamentos de cartão de crédito e boleto. Assim, a precificação do e-commerce fica justa para todos.

EMBALAGEM E ENTREGA

Antes de consumir um produto, nossos olhos devem ser encantados. Por isso, a embalagem importa e muito. De repente, vale investir em caixinhas decoradas. Mas, o que é indispensável é uma embalagem resistente e muito bem fechada.

Já a entrega varia bastante. Com os Correios, é preciso colocar 8% por produto. A partir de dois produtos, o frete grátis já se torna uma opção viável.

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